3 de nov de 2008

ESPERANÇA




O tempo machuca meu corpo
Cansado sobre vive aos tropeços
espirito não entende e sonha
como uma criança carente.

Mistura de morte e vida teima
em pairar no tempo. Esperança!
Que trago no peito.

Quando meu corpo cair
Sobre meus lençóis branco
Jáz cansado e sem vida.

Meu espirito! Ainda grita
em sussurros e suplicas.
Sou apenas uma criança.

Eliza Gregio

Um comentário:

Francisco Castro disse...

Olá, gostei muito do seu blog. Ele é muito bom.

Parabéns!

Um abraço