24 de abr de 2008

O CHORO

A ansiedade comprimia seu peito,
Causando intensa aflição.
Pois o dia marcado está perto,
Ele tem medo, que paira no coração.

O tempo foi escoando,
E o tormento aumentando.
Todos os parentes na expectativa,
E som da tragédia ouvida.

Uma onda de emoções liberada,
No peito do jovem que sofria.
Estava ciente que perdera sua amada,
E o pedaço dela se encontra na filha.

O homem chorou, e chorava e chora
Não consegue entender, mas, ela se foi.
A mãe sente à ausência da filha e roga.
E ontem estava sorrindo e hoje dormindo.

A dor da morte é lancinante,
Tão profunda quanto o abismo.
Destrói o coração de amantes,
É impedi que á alegria floresça no recinto.

O jovem rapaz terá de enfrentar,
Com as mazelas da sua mente.
Não permitir ao tirano esmagar,
Pois em sua mão repousa uma semente.

Se ele acreditar na esperança,
Que o futuro reserva aos aflitos.
Não sentirá o pavor que causa ânsia,
E a garota encontrará sua mãe no paraíso.

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